• Contatos
  • Login
  • Mapa do Site
  • Institucional
    • História
    • Presidente
    • Representatividade
    • Atuação
    • Diretoria Fenacon – Gestão 2026/2030
    • Política de privacidade
  • Notícias
    • Press Clipping
    • Rede de Notícias
    • Fenacon na Mídia
  • Reforma Tributária
  • Missão Empresarial
  • Multimídia
    • Vídeos
    • Podcasts
    • Revista Fenacon
  • UniFenacon
  • Entidades Filiadas
Fenacon na Mídia Notícias

Diretor legislativo da FENACON concede entrevista sobre Reforma Tributária

23 de maio de 2023 Publicado por Maria Cecilia Lima

Compartilhe:

O diretor de políticas estratégicas e legislativas da FENACON, Diogo Chamun, concedeu entrevista ao jornal Jovem Pan News sobre as atuais propostas de reforma tributária e como o texto impacta o cenário econômico brasileiro caso seja aprovado como está.

“As propostas da reforma (tributária) trazem atividades diferentes sendo tratadas da mesma maneira e sendo tributadas com a mesma alíquota e essa é uma grande distorção dos textos que estão mais avançados. A gente precisa de uma reforma tributária que foque essencialmente na simplificação, com o objetivo de destravar a economia“, analisou o especialista.

Leia na íntegra:

Reforma tributária precisa focar na simplificação para que a economia possa destravar, defende diretor da Fenacon

Segundo especialista em tributação, redução da complexidade e da burocracia pode impulsionar ambiente de negócios no Brasil, mas propostas mais avançadas no Congresso ainda precisam ser revistas e melhoradas 

O setor de serviços representa aproximadamente 71% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, sendo a categoria que mais emprega no país. Por conta disso, entidades do segmento têm cobrado uma participação efetiva nas discussões das propostas da reforma tributária. As empresas apoiam a reformulação do sistema tributário, mas temem que a oneração proposta traga instabilidade para as empresas da área. De acordo com Diogo Chamun, diretor da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (Fenacon), os textos discutidos atualmente, focados na PEC 45/2019 e na PEC 110/2019, possuem uma série de inconsistências. “O sistema proposto é o da não cumulatividade. Se tem um alíquota que é creditada dos insumos na entrada dos bens e serviços e debitada da venda. Só que o setor de serviço não tem insumos. A maior despesa é a folha de pagamento, que não gera este crédito. Não tem como a gente tributar da mesma forma uma indústria e uma empresa prestadora de serviço por conta da questão dos insumos. As propostas da reforma trazem atividades diferentes sendo tratadas da mesma maneira e sendo tributadas com a mesma alíquota e essa é uma grande distorção dos textos que estão mais avançados. A gente precisa de uma reforma tributária que foque essencialmente na simplificação, que foque na redução da complexidade e da burocracia com o objetivo de destravar a economia“, afirma.

Chamun ressalta a grande quantidade de horas gastas por empresas brasileiras no cálculo de impostos e indica que o governo tem trabalhado pontos positivos, como a simplificação de impostos e a unificação das legislações municipais e estaduais. Contudo, segundo a avaliação do contador, o formato de pagamento dos impostos que está sendo proposto não é positivo. “O Brasil precisa simplificar. A reforma tem que alavancar a economia, não travá-la“, destaca. Ele complementa que as mudanças no sistema tributário não podem ser um impeditivo para investimentos do exterior ou para o desenvolvimento das empresas brasileiras. Os empreendimentos nacionais não podem ter medo de crescer por cumprir burocracia e as obrigações legais. Chamun ainda aponta que outro gargalo das Propostas de Emenda à Constituição se referem ao tempo de transição entre o modelo atual e o novo. Os dois textos propõe um período de adaptação gradual, com duração de cinco a dez anos. “Se vamos calcular impostos dobrados durante esse período de transição, considerando os dois modelos, isso vai trazer uma simplificação? Isso vai diminuir essas horas que a gente gasta calculando e pagando impostos? É uma reflexão que precisa ser feita. Existe a necessidade de um período em que se faça uma migração de um sistema para o outro, mas de 5 a 10 anos nos parece demasiado. E precisamos deixar claro que a reforma tributária não afeta somente as empresas, mas também o cidadão comum. Quem paga um eventual aumento da carga tributária é o consumidor, que recebe o repasse no preço final”, observa.

Especialista em tributação, ele garante que a necessidade de simplificação é uma unanimidade entre todos os segmentos. E complementa que existe uma outra proposta, a PEC 46, focada exclusivamente na questão da simplificação, que não tem tido tanto destaque quanto às demais. “Esse é um tema prioritário para o governo, mas os textos não estão bons. Nosso receio é que a reforma passe do jeito que está. Nesse caso, seria um desserviço porque teríamos um custo de transição enorme. Precisamos ter um texto bom. Defendemos a existência de três alíquotas: uma referencial para comércio e indústria; uma diferenciada, com uma pequena redução para serviços em geral; e uma ainda menor para serviços como educação e saúde. Não podemos taxar uma escola de educação infantil da mesma forma que uma indústria. Essas questões têm que ser tratadas especificamente com suas características. Como está, é melhor não passar. Precisamos ter na discussão pessoas técnicas despidas de interesses setoriais”, pondera. Ainda que tenha críticas aos modelos em debate, Diogo defende a necessidade da reforma e indica que a simplificação necessária pode ser feita com ajustes em legislações vigentes, sem a necessidade de mobilizar todo o Congresso Nacional. “São pequenos movimentos que trariam um efeito prático de ganho de horas de execução. Mas, é claro, se nós pudéssemos ter uma reforma mais ampla, seria o ideal.”  

Fonte: Jovem Pan News

Navegação de posts
Post Anterior
Próximo Post

Mais Lidas

  • 2 de março de 2026

    FENACON encerra Missão Empresarial em Orlando com imersão estratégica e conexões globais

  • 3 de setembro de 2026

    Nanoempreendedor está livre do CNPJ Técnico

  • 3 de setembro de 2026

    Receita Federal aperfeiçoa regras de acompanhamento da fruição de benefícios fiscais

  • 3 de setembro de 2026

    São Luís sediará o 16º módulo do curso sobre Reforma Tributária do Consumo

  • 3 de setembro de 2026

    CNC garante avanços em relatório da Taxa das Blusinhas

Posts Relacionados

  • 23 de agosto de 2026

    Veja Negócios destaca protagonismo do CFC e da FENACON no novo modelo de conformidade tributária

  • 16 de agosto de 2026

    Posse festiva da diretoria da FENACON é destaque no Semanário da Zona Norte (SP)

  • 16 de agosto de 2026

    Fenacon defende crescimento sustentável do MEI e transição equilibrada para o Simples Nacional

  • 11 de agosto de 2026

    Artigo do presidente da FENACON ganha destaque na mídia

Veja mais

Mapa do Site

Institucional

  • História
  • Presidente
  • Representatividade
  • Atuação
  • Diretoria Fenacon – Gestão 2026/2030

Notícias

  • Press Clipping
  • Notícias
  • Rede de Notícias
  • Reforma Tributária
  • Missão Empresarial
  • Fenacon na Mídia
  • 21ª CONESCAP

Multimídia

  • Vídeos
  • Podcasts
  • Revista Fenacon

Outros

  • Entidades Filiadas
  • UniFenacon
  • FenaconCD
  • Política de privacidade

Fale Conosco

Telefone: 61 3105-7500

E-mail: fenacon@fenacon.org.br

Siga a Fenacon

Nosso Endereço

Setor Bancário Norte, Quadra 2, Lote 12,
Bloco F, Salas 904/912 - Ed. Via Capital
Brasília/DF, CEP 70040-020

Assine nossa Newsletter

Ao se inscrever, você concorda com nossa Política de Privacidade

© 2026 Fenacon. Todos os direitos reservados.

Gerenciamento de Cookies
Este site utiliza cookies para lhe proporcionar uma melhor experiência. Ao continuar navegando, você aceita integralmente nossa Política de Privacidade. Retirar o consentimento pode afetar negativamente certos recursos e funções.
Funcional Sempre ativo
O armazenamento ou acesso técnico é estritamente necessário para a finalidade legítima de permitir a utilização de um serviço específico explicitamente solicitado pelo assinante ou utilizador, ou com a finalidade exclusiva de efetuar a transmissão de uma comunicação através de uma rede de comunicações eletrónicas.
Preferências
O armazenamento ou acesso técnico é necessário para o propósito legítimo de armazenar preferências que não são solicitadas pelo assinante ou usuário.
Estatísticas
O armazenamento ou acesso técnico que é usado exclusivamente para fins estatísticos. O armazenamento técnico ou acesso que é usado exclusivamente para fins estatísticos anônimos. Sem uma intimação, conformidade voluntária por parte de seu provedor de serviços de Internet ou registros adicionais de terceiros, as informações armazenadas ou recuperadas apenas para esse fim geralmente não podem ser usadas para identificá-lo.
Marketing
O armazenamento ou acesso técnico é necessário para criar perfis de usuário para enviar publicidade ou para rastrear o usuário em um site ou em vários sites para fins de marketing semelhantes.
  • Gerenciar opções
  • Gerenciar serviços
  • Gerenciar {vendor_count} fornecedores
  • Leia mais sobre esses objetivos
View preferences
  • {title}
  • {title}
  • {title}